HISTÓRICO

A história começa em 1996, Marinho coelho de Rezende foi convidado a assistir a um ensaio de quadrilha caipira que acontecia toda noite em frente a associação de moradores do Jardim Venízia, na chegada ao local descobriu que a pessoa que ia “cantar a quadrilha” não estava então pediram a ele que fizesse isso ele por ser uma pessoa extrovertida não consegui ficar parado apenas gritando no microfone e começou a dançar e contagiar todos que o convidaram para ensaiar todos os dias seu jeito de conduzir as coisas contagiou a todos e ele então resolver escrever um casamento caipira para que fosse encenado antes da quadrilha, e foi um sucesso depois da apresentação na festa da associação começaram a surgir convites para festa e festivais de quadrilha então o marinho comentou com seu amigo Zé que escreveria uma peça para eles encenarem, mas nunca escrevia até que um dia de tanto o Zé cobrar dele que ele escrevesse outra peça, Marinho escreveu, foi em um madrugada entre uma e quatro da manhã, que nasceu “Rua: a pior opção” ensaiamos durante três meses e tivemos a primeira oportunidade num festival de música em uma comunidade do bairro e fomos aplaudidos de pé, dali fomos convidados para um festival de teatro onde tiramos o segundo lugar competindo com grupos de muito mais experiência que nós, então vieram os colégios e outros eventos aonde estávamos sempre levando a Rua, mas isso virou um processo de ajuda ao adolescente do nosso bairro que em vez de se perder vinha fazer teatro conosco, então viramos um grupo de jovem da comunidade o G.N.T. (Galera não me toque) com cristo. Durou até 1999. Quando as pessoa seguiram vários caminho e somente alguns ficaram neste tempo sempre estiveram fazendo teatro então surgiu o grupo de teatro Nova Arte que o Marinho fundou com os amigos do colégio Alcyone que durou até o ano 2001, fazíamos apresentações para ajudar o colégio com reformas e na compra de materiais, em 2002 com o fim do grupo o Marinho não desistiu e montou um texto cheio de monólogos e chamou seu amigo inseparável Anderson Meola e os dois sozinho fizeram um espetáculo que rendeu a eles uma bolsa para um curso de teatro no Sesi, e nasceu o nome definitivo do Grupo ALMA o 96 veio depois como marca do ano em que tudo começou, e apartir de 2003 foi se estruturando em 2004 começamos a receber apoio de fundação cultural de Curitiba por onde fazemos diversas apresentações voluntárias levando sempre uma mensagens em nossas peças fazendo assim do teatro não apenas uma diversão mas sim busca de conhecimentos através das amizades que fazemos e das responsabilidades que assumimos tudo sempre com o objetivo de ajudar o próximo, e está história não acaba aqui estará sempre sendo contada por todos que passaram pelo grupo nestes mais de dez anos e pelos que passaram nos próximos...

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